terça-feira, 23 de agosto de 2011

MARCHA PELO ESTADO LAICO (e influência das redes sociais)


O Ato aconteceu neste domingo na avenida Paulista reunindo cerca de 300 pessoas (eu vi menos). MANIFESTO:Significado:Declaração "Pública" ou solene das razões que justificam certos atos ou fundamentos de certos Direitos. Ou seja ,o Direito do "cidadão" poder chegar em casa a qualquer horário que seja e não ser exorcizado ,ridicularizado e etc por canais de religiosos  que estabilizam a IGNORÂNCIA pregando informações imprecisas e generalizadas fortalecendo à Xenofobia na população inculta e desprovida de uma educação de miníma qualidade.
Levando a infundir o ódio na grande massa ,fazendo uma lavagem cerebral para poder se"acobertar" pela própria massa ignorante.
Isso levou ativistas do movimento LGBT,marcha mundial das MULHERES,representantes de RELIGIÕES AFROS e anarco punk's.
MAS..............O QUE ACONTECE COM AQUELES FORMADORES DE OPINIÃO QUE ESTÃO NAS NOITES DA RUA: AUGUSTA ,OU A (METADE) DAQUELA FILA DA "BUBU,THE SOCIETY,THE WEEK E TDS AS THE's DE SÃO PAULO"?
Cadê nossa geração,será que isso é um começo?Mas o jogo já começou a algum tempo não?Com várias mortes,injustiças,preconceito e ódio.
O que seria necessário para todos irem para as "RUAS"?
Sim a "CENSURA" das redes sociais ,ou banir aqueles corpaços construídos por anabolizantes e cobertos por um biquíni que é do tamanho de um papel de bala incentivando apenas o culto ao corpo para só assim ser bela e popular .trazendo um monte de GRINGOS para incentivar o turismo e tráfico sexual.
Isso me faz pensar o que realmente todos querem?Talvez uma MARCHA DO ESTADO ANTI-COMODISTA ,ou um sorteio on-line de quem vai dar a cara a "tapa" para os não sorteados ficarem apenas revoltados no sofá,jogando pipoca na televisão e chamando os militares de filhos da puta facistas,vendidos e etc.
Mas o pior é saber eles estão conseguindo comprar até conceitos de formadores importantes como MV BILL e etc.
Digamos que a "IGREJA"domina-se ,qual seria a pena por ser contra seus costumes hipócritas?Ser queimado na fogueira santa de Gideão, ou enforcado na 23 de Maio as 18:00 para que todos aprendam que com GANÂNCIA não se brinca.
As redes sociais ajudam sim, mais não substítuem o ato da participação de Coletivos ,Zines e eventos CULTURAIS UNDERGROUND's ou não.
Mas continuaremos a corrente ,não esperando reciprocidade mas sim o ato de você sempre fazer a sua parte pois o seu papel não jogado no chão ou a sua televisão desligada quando não houver alternativas decentes ou ao menos divertidas faram a diferença ,e não carregará o peso de ficar devendo pra si mesmo quando O GRANDE GOLPE acontecer.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Marca Zara está envolvida em denúncia de trabalho escravo no Brasil.








Fornecedora da rede espanhola mantinha uma casa na zona norte de São Paulo com 16 trabalhadores da América do Sul em condições irregulares. Uma equipe de fiscalização do Ministério do Trabalho encontrou, no final do mês de julho, uma casa na zona norte de São Paulo onde 15 bolivianos e um paraguaio viviam e trabalhavam em condições de semi-escravidão. Eles produziam peças para a uma empresa fornecedora da marca de roupas Zara, que faz parte do grupo espanhol Inditex. Os trabalhadores enfrentavam uma jornada de trabalho de mais de 15 horas por dia em uma casa, onde também viviam. A remuneração paga pela empresa a cada um dos funcionários não era condizente com o tempo de trabalho, e eles tampouco tinham carteira assinada. "Não tinham salário fixo e ganhavam centavos por peças produzidas, trabalhando muitas vezes 20 horas por dia", afirmou a costureira Maria Susicleia Assis, diretora do Sindicato das Costureiras de São Paulo e Osasco.

As peças produzidas por uma empresa chamada AHA tinham um custo de 7 reais para o proprietário da oficina ilegal. “Era um local abafado, com pouca iluminação, sem ventilação, mal cheiroso, em que as janelas eram mantidas fechadas para ninguém saber que havia uma oficina de costura ali”, conta Maria Susicleia, que estve presente na operação de fiscalização
Além de Maria, a equipe de fiscalização foi composta por agentes da Polícia Federal (PF), integrantes do Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - da Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, auditores da SRTE/SP e membros do sindicato.
Foram identificadas pelo MTE cerca de 35 oficinas que apresentavam possibilidade de ter trabalho escravo, realizado por bolivianos (portanto com indício de tráfico), produzindo roupas da marca Zara. Até o momento, quatro das oficinas foram fiscalizadas.
A rede não é a primeira a ser flagrada com presença de trabalho irregular em sua cadeia. Em abril deste ano, a Argonaut, marca de roupas da linha jovem que fornecia para a rede Pernambucanas, foi deflagrada com bolivianos que trabalhavam mais de 60 horas semanais para receber 400 reais.